sexta-feira, 4 de outubro de 2013

6º Ano - MONOCROMIA - Template IV


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

6º Ano - CÍRCULO CROMÁTICO - Template III


6º Ano - CORES SECUNDÁRIAS - Template II


6º Ano - CORES PRIMÁRIAS - Template 1


5º Ano: Desenho das LETRAS DO ALFABETO





1º Actividade

Desenho das LETRAS DO ALFABETO


6º ano | TEORIA DA COR II



As cores fazem parte do nosso dia a dia impregnadas de simbologia e significados. Na natureza estão distribuídas harmoniosamente inspirando o homem na hora de sua aplicação nas artes, na moda, publicidade, etc. 


Existem vários sistemas de classificação das cores. O sistema trenário é o mais utilizado e tem como base três cores primárias a partir das quais se obtêm da mistura duas a duas proporcionalmente as secundárias e desproporcionalmente as cores terciárias.

Dentro da mistura subtractiva temos como cores puras o azul cian, o amarelo e o magenta e como secundárias o laranja, o verde e o violeta 




Cores Primárias:

O azul cian, o magenta e o amarelo primário - são cores puras (não se conseguem obter com a mistura de outras cores) são originárias de pigmentos naturais (vegetal e mineral).






Cores Secundárias:


O Laranja, o verde e o violeta, são cores secundárias porque se obtêm a partir de duas cores primárias.




Cores Terciárias


São o resultado da mistura de uma cor primária com uma cor secundária.










Círculo cromático de Johannes Itten 





http://pt.scribd.com/doc/44016593/Circulo-de-Itten




Itten recomenda um procedimento em etapas para a construção do seu círculo cromático de doze cores, num movimento de dentro para fora. Começa por localizar as cores primárias nos três círculos centrais, devendo elas preencher também os espaços indicados por seus vértices no perímetro do círculo. As cores secundárias (laranja, verde e violeta) devem ser obtidas, cada qual, pela mistura de duas primárias e ocupam os três estremos. As terciárias são fácilmente obtidas pela mistura das suas vizinhas, completando os espaços livres no perímetro do círculo.


Cores Complementares


As cores complementares são aquelas que se encontram opostas no círculo cromático e são contrastantes ente si.


 Cores Neutras

O preto o branco e o cinza, em todas as suas tonalidades, claras ou escuras formam as cores neutras. As demais cores, quando perdem o seu colorido pela excessiva mistura com o preto, o branco ou o cinza, também se tornam cores neutras. 
As mais comuns são o castanho e o bege.






Monocromia

Corresponde à variação tonal de apenas uma cor com nuanças para o claro quando misturada ao branco ou para o escuro com a obtenção do acréscimo do preto.



É a variação tonal de uma cor, que pode ser conseguida num processo de escala ou dégradé.



Policromia

Ocorre numa composição com a combinação de mais de três cores organizadas separadamente.



Matiz é a característica que define e distingue uma cor. Vermelho, verde ou azul, por exemplo, são matizes. Para se mudar o matiz de uma cor, acrescenta-se a ela outro matiz.



Harmonia Cromática

São as cores que não apresentam contraste entre si. Elas são constituídas de uma base cromática em comum. São vizinhas no disco cromático.




Temperatura da Cor


Cores frias, são as cores com predominância dos tons de azul, verde e violeta. São caracterizadas como cores tristes e melancólicas, dando a sensação de calma e tranquilidade.

Cores quentes, são as cores com predominância dos tons vermelho, amarelo e laranja. São caracterizadas como cores alegres e vibantes e que dão a sensação de calor.





6º ano | TEORIA DA COR I

A cor é uma percepção visual provocada pela ação de um feixe de fotões sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso.


A cor de um material é determinada pelas médias de frequência de onda que as suas moléculas constituintes refletem. Um objeto terá determinada cor se não absorver justamente os raios correspondentes à frequência daquela cor.



A cor é relacionada com os diferentes comprimento de onda do espectro eletromagnético (zona visível do espectro). São percebidas pelas pessoas e por alguns animais, através dos órgãos de visão, como uma sensação que nos permite diferenciar com maior precisão os objetos do espaço.




Cor/Luz

Síntese Aditiva

A cor branca resulta da sobreposição de todas as cores primárias (amarelo, azul e vermelho), somadas duas a duas, obtemos outra cor mais luminosa (amarelo, azul cian e magenta), enquanto o preto é a ausência de luz.



Uma luz branca pode ser decomposta em todas as cores (correspondente ao  espectro) por meio de um prisma óptico


Isaac Newton, em 1666, fez uma experiência onde verificou que a luz do Sol, tinha grande influência na existência das cores, nomeadamente as cores do arco-íris.

Na natureza, esta decomposição origina um arco-íris



Cor/Pigmento

Síntese Subtractiva

Neste processo a mistura de cores (pigmentos/tintas) leva-nos a cores cada vez menos luminosas, tendencionalmente em direcção à cor preta.

A cor-pigmento é a substância usada para imitar os fenómenos da cor-luz. 

Cores que podem ser extraídas da natureza, como materiais de origem vegetal, animal ou mineral, e que da sua mistura, através de processos industriais, surge o pigmento.






domingo, 7 de outubro de 2012

5º Ano - AUTO-RETRATO - Exploração de riscadores



1º Tira uma fotocópia ampliada, a preto e branco ou a cores da tua fotografia.

2º Na fotocópia, traça as linhas mestras do teu rosto, que consideres importantes.

 Passa essas linhas para papel vegetal e depois para papel cavalinho.

4º Visionando a fotocópia e tendo como base as linhas mestras, esboça o teu rosto em papel cavalinho.

 Explora um ou mais riscadores na ARTE FINAL do teu AUTO RETRATO.



Exemplos:



http://www.myspace.com/mariainesferreira/photos/14774378#%7B%22ImageId%22%3A14774378%7D





http://2.bp.blogspot.com/_XMOIPkfPQUc/Sx2baDTuyfI/AAAAAAAAAco/gnV-9KEA1rE/s320/029.jpg




http://sofiamoreirabreathingart.blogspot.pt/p/desenhos-com-materiais-riscadores.html



http://rabiscos-rabisquinhos.blogspot.pt/2009/07/um-gatinho-abandonado.html




http://catarinasoueu.files.wordpress.com/2011/01/det-apendice.jpg



http://www.agrup-eb23-amarante.rcts.pt/images/a/ap/ap_sintese_retrato_lara.png



http://www.marinamedinapasqualin.com.br/wp-content/gallery/retratos-pop-art/amy-wine.jpg



http://1.bp.blogspot.com/-RfN8ASVblQk/UFfWnsWk7rI/AAAAAAAADLA/HhmN99zv1mw/s1600/retrato_microbiologista.jpg









5º Ano - LÁPIS DE GRAFITE




A grafite foi descoberta na Baviera por volta de 1400, não lhe tendo sido dado na época o devido valor. 

A história do lápis remonta a 1564, quando se descobriu em Inglaterra um filão de grafite pura. A coroa inglesa mandou então abrir minas para se obter grafite como material de desenho. Estas minas forneceram grafite a toda a europa, até se esgotarem as suas reservas no séc. XIX.
O mineral era misturado com gomas, resinas e colas. Esta mistura era então colocada numa ranhura de um pedaço de madeira geralmente de cedro e atado com um cordel. À medida que se ia gastando a grafite, o cordel era desenrolado e repunha-se a mina no extremo.
Em 1761, na Alemanha, Faber criou uma pequena oficina de fabrico de lápis. Misturava duas partes de grafite com uma de enxofre. Napoleão, no séc. XVIII, encomendou a Conté a exploração de processos de fabricar lápis para substituir os importados. Apareceu então uma nova espécie de lápis que consistia na mistura de terra (argilas), grafite e água, que eram solidificados por cozedura e colocados em ranhuras de madeira. 
Este foi o antecessor do lápis que conhecemos. No passado usaram-se certos materiais na confecção das minas como ceras, goma-laca, resinas, negro de fumo, etc. Actualmente algumas das melhores minas fazem-se misturando grafites de grande qualidade com polímeros especiais.
Encontramos no mercado uma enorme variedade de qualidades de grafite. Envolvida em madeira (lápis), em minas simples de várias espessuras para porta minas, desde as mais vulgares 0,5mm, 0,7 mm, 1,2 mm, até às mais grossas apenas envolvidas em plástico para desenhos que exigem um grande depósito de grafite.
Existem também em muitas durezas, desde extra-duras a extra-macias. As mais duras permitem traços finos cinzento pálido, as mais macias produzem traços mais grossos e mais negros, pois depositam mais grafite no papel. Assim, temos basicamente a seguinte escala de grafites:

  dura                               média                             macia
 

8H, 7H, 6H, 5H, 4H, 3H, 2H, H, HB, F, B, 2B, 3B, 4B, 5B, 6B, 7B, 8B, 9B


Por “H” entende-se “Hard” – uma mina dura. 
Por “B” entende-se “Brand” ou “Black” – uma mina macia ou preta.
Por “HB” entende-se “Hard/Brand”- uma mina de dureza média.


Variações do traçado do lápis

Associados ao uso da grafite estão sempre os afiadores ou canivetes para afiar, as borrachas mais ou menos macias e os porta-minas.
A grafite pode ser usada praticamente em todas as superfícies, excepto nas plastificadas, onde adere mal. Quase todos os tipos de papel – lisos, texturados, rugosos – são também um suporte adequado. Papéis como o “Ingres” ou “Canson” são óptimos suportes para trabalhos em valores de cinzento e “degradés”. O tipo de papel que se usa é importantíssimo pois determina a forma como a grafite se vai comportar. Papéis coloridos são também frequentemente usados para trabalhos de desenho a grafite.

Imagem:http://www.artgessosaofrancisco.com.br/media/catalog/product/cache/1/image/9df78eab33525d08d6e5fb8d27136e95/p/a/pagina_keramik_1_1_1_1_1_1_1_1_1_1_1_1_1_1_1_1_1_1.jpg


5º Ano - MATERIAIS RISCADORES II



"...O instrumento, seja ele um lápis, caneta, giz ou pincel fará manchas características da sua natureza e estrutura e o material ou meio manifestará uma resposta ... conforme a sua natureza..."  Maurice de Sausmarez 



As técnicas de registo directo sobre um suporte, mais habitualmente papel, compreendem vários instrumentos e materiais de matérias primas variadas e de composições diversas:


Riscadores Traços, manchas, superfícies

Carvão, sanguínea, sépia, pedra negra, pastéis secos, pastéis de óleo,
lápis de cor.  






Riscadores - Traços finos

Grafite, Canetas de Feltro





Processos líquidos 

Tinta da china,  tinta sépia, tinta neutra, aguarela, guache.



5º ano - MATERIAIS RISCADORES I


Analisando o percurso do homem no mundo, verificamos que este desde sempre teve necessidade de exteriorizar e comunicar o que sente e pensa. 

O percurso de vida e evolução dos indivíduos e das culturas projecta-se em factos, obras, objectos, marcas que são registadas e permanecem materializadas sob diversas formas. 

O fascínio que sentimos perante obras artísticas, como uma pintura rupestre, uma máscara africana, uma música tribal, uma sinfonia de Beethoven, um quadro de Picasso, etc, faz-nos pensar acerca do que estará no cerne destas obras para provocarem tal efeito. 

Diz-se que só o homem possui este fascínio e capacidade de admiração perante os fenómenos e factos estéticos e que portanto os "persegue" procurando exprimir-se de "forma elevada" através da arte. 

À arte estão associadas metodologias, técnicas, instrumentos e suportes que foram evoluindo através dos tempos. 

Na base das artes visuais está o mecanismo da visão, o cérebro e as mãos. 

É com a mão que fazemos os gestos de desenhar, pintar, esculpir, etc. 

Os instrumentos surgem então como objectos que fazem o prolongamento das mãos, facilitando a expressão das ideias. 

Manipulados pelo homem, os instrumentos fazem o registo das ideias, materializando visualmente o pensamento. 

Os materiais e suportes estão na base deste processo, pois são transformados através de instrumentos de acordo com metodologias e técnicas ao serviço das ideias criadoras. 

Os instrumentos artísticos vão desde o lápis ao computador, passando por uma infinidade de objectos que estão vocacionados para riscar, pintar, cortar, soldar, de acordo com os materiais e suportes a trabalhar. 

Os materiais associados às artes visuais são variadíssimos e vão desde os ligados ao domínio bidimensional do desenho e pintura, como riscadores, tintas, solventes, etc., aos ligados às técnicas de impressão como chapas, linóleos, madeiras e suportes variados - papéis, telas, acrílicos, vidros e outros, assim como os associados ao domínio tridimensional - barro, gesso, metais, madeira, etc.

No séc. XX a noção de instrumento, material e suporte artístico alargou-se enormemente com a alteração e a integração de novos conceitos na arte. 

Assim, o próprio corpo humano é considerado "material" e "suporte", como na "body Art". 

Objectos já existentes, que foram tirados do seu contexto habitual e integrados no domínio artístico, como os "ready made" dos grupos Dada e Surrealista, são também exemplos de novas e revolucionárias acepções dos termos suporte e material. Nas "instalações", "happenings" e "performances", actuações e intervenções artísticas, os materiais e suportes não têm regra e são condicionados pelo carácter original da ideia expressiva. Os materiais "clássicos", cerâmica, madeira, metal, vidro, etc., foram usados durante séculos sem grandes alterações na sua composição. 

No nosso século passou-se à sua transformação por processos que são por vezes sofisticadíssimos, tornando-os quase irreconhecíveis. 

A integração de novas e revolucionárias ligas metálicas, a invenção de variadíssimas fibras compostas, a evolução de materiais compósitos, polímetros, etc. tansformaram as matérias usadas em todos os sectores, inclusivamente na arte.

fonte: http://desmat.no.sapo.pt/mit_intro.html